Aprenda 7 dicas para fazer um planejamento financeiro eficiente!

planejamento financeiro

Planejar é o segredo para atingir qualquer objetivo. Não seria diferente com o sonho de comprar um imóvel. Contudo, não é fácil conciliar as despesas do dia a dia com uma aquisição tão importante quanto essa, não é mesmo? Por esse motivo, é fundamental organizar um planejamento financeiro eficiente e evitar imprevistos ou futuros arrependimentos.

Afinal, a compra de um imóvel deve trazer mais estabilidade, segurança e servir de base para outras realizações — e não trazer dores de cabeça e problemas no orçamento, concorda? Organizando suas finanças e seguindo as nossas dicas, em breve você pode ter as chaves do seu novo lar nas mãos. Confira como se planejar para essa conquista!

1. Organize suas finanças

A compra de um imóvel é um grande investimento. Então, a primeira coisa a se fazer é entender sua situação financeira. Elabore uma planilha bem detalhada, com suas receitas e todas as suas despesas, sejam elas fixas, sejam variáveis. Isso ajudará a entender a forma como você lida com o seu dinheiro.

Identifique os gastos que podem ser diminuídos ou, até mesmo, eliminados. Um exemplo clássico é o da conta de telefone. Você utiliza todos os benefícios oferecidos pelo plano atual ou um plano inferior e mais barato já seria suficiente? Faça esse tipo de questionamento com todas as suas despesas e veja como é possível economizar.

Analise quanto sobra no final do mês e calcule quanto é possível poupar. Tenha em mente que é importante transformar essas atitudes em hábitos. Quanto mais você cuidar do seu dinheiro, mais cedo conseguirá ter o seu lar.

2. Estabeleça metas

Quando falamos em poupar, algumas pessoas acham que significa guardar o que sobra ao final do mês. Porém, o dinheiro acaba muito rápido e, assim, não há o que salvar. Isso acontece porque sempre que há um valor disponível, temos a tentação de gastá-lo. Para evitar essa prática, encare a economia como um compromisso — da mesma forma que uma conta a ser paga, por exemplo.

Então, ao analisar a sua planilha de receitas e despesas, estabeleça metas para guardar uma certa quantia mensalmente. A meta pode ser uma porcentagem ou um valor fixo a ser reservado para a compra do imóvel.

Há uma fórmula bem difundida entre as pessoas para poupar. É conhecida como a regra do 50-30-20. Ela significa que 50% da sua renda deve ser destinada a despesas com suas necessidades (contas de água, luz, pagamento de condomínio, aluguel, alimentação, entre outras). 30% pode ser gasto com o seu lazer e desejos pessoais, enquanto 20% é dedicado a metas financeiras. Entretanto, se você conseguir economizar mais que esse valor, melhor ainda!

3. Invista o que for poupado

Dinheiro parado é sinônimo de prejuízo. Ainda há o fato de que manter o montante em sua conta corrente é arriscado, pois é possível que ele seja utilizado para outras finalidades. Como mencionamos, deve-se reservar mensalmente uma parte da sua renda para a compra do imóvel.

O ideal é que esse valor seja investido em alguma aplicação segura de renda fixa. Então, procure uma opção com boas taxas de juros para proteger o seu dinheiro da inflação e fazer com que ele trabalhe por si.

Ter uma boa quantia no momento da compra favorece o seu poder de negociação. Além disso, vale lembrar que, para a maioria das modalidades de financiamento imobiliário, é preciso dar um determinado valor de entrada.

4. Avalie a necessidade de um imóvel

Por mais que a pressa e a vontade em adquirir seu imóvel sejam grandes, tenha paciência e reflita sobre as suas necessidades. Pesquise bem e analise todas as opções até encontrar uma que se encaixe em seu perfil. Nesse momento, não basta ponderar apenas sobre sua situação. Leve em conta suas necessidades futuras. Afinal, um imóvel (seja casa, seja apartamento) é um bem de que você usufruirá por um longo tempo.

A família vai aumentar? Ter mais um carro está em seus planos? A localização é favorável às suas atividades? Responder essas e outras perguntas é fundamental para definir o tipo de imóvel ideal para você. Também vale entender questões como: quantidade quartos, vagas na garagem, disposição dos cômodos, entre outros fatores.

5. Analise as formas de pagamento

Conhecer as formas de pagamento é indispensável para fazer um planejamento financeiro realmente eficaz. Isso possibilita analisar qual opção é adequada para a sua realidade financeira. Conheça, a seguir, as maneiras mais utilizadas para adquirir um imóvel.

Pagamento à vista

É a melhor opção, mas é inviável para a maioria dos brasileiros. Ter todo o montante para pagar o imóvel permite maior poder de negociação. Como se trata de um bem de alto valor, o desconto oferecido para a quitação à vista pode ser bem interessante.

Financiamento

Essa é a forma mais utilizada para adquirir uma casa ou apartamento. É quando uma instituição concede o valor necessário para a compra do imóvel e você paga a dívida mensalmente com acréscimo de juros.

Há diversas modalidades, com várias condições de juros, prazos e percentual de financiamento. O financiamento imobiliário pode ser feito por um banco ou diretamente com a construtora, que oferece mais flexibilidade no contrato.

6. Saiba se é possível utilizar o FGTS para o pagamento do imóvel

Ainda existe a possibilidade de utilizar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para o pagamento total ou parcial do imóvel. Entretanto, é precisar preencher alguns requisitos, como:

  • trabalhar ou residir na cidade onde o imóvel está situado;
  • não possuir financiamento ativo;
  • não possuir outro imóvel no mesmo município onde deseja comprar o bem;
  • mínimo de 3 anos de carteira assinada pela CLT, consecutivos ou não.

Por sua vez, o imóvel deve atender às seguintes condições:

  • ser avaliado em no máximo R$1,5 milhão para todos os estados;
  • ser residencial urbano e destinado à moradia do titular;
  • estar matriculado no Registro de Imóveis e sem registro de gravame (dívida) que impeça sua comercialização;
  • apresentar, na data de avaliação final, condições de habitação sem vícios de construção;
  • não ter sido objeto de utilização de FGTS em aquisição anterior, há três anos contados a partir da data do registro na matrícula do imóvel.

7. Considere as despesas extras

Os custos com a compra de um imóvel não se limitam apenas ao valor da entrada e das parcelas do financiamento. Itens como taxas de transferência, de encargos bancários, impostos e os gastos com a documentação não podem faltar em seu planejamento financeiro. Isso evitará surpresas desagradáveis.

Ainda, não se esqueça de incluir o valor do seguro, IPTU, condomínio e despesas com manutenção. Não basta ter dinheiro para comprar um lugar para morar, é necessário também conseguir sustentá-lo sem prejudicar seu orçamento.

Como você viu, fazer um bom planejamento financeiro não é uma tarefa difícil. Demanda apenas organização e disciplina para segui-lo e, assim, conquistar o seu imóvel. Planejar faz com que o processo seja mais seguro e tranquilo. Depois, com as chaves na mão, é só comemorar essa conquista tão importante!

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